Harmonização orofacial · Alphaville, Barueri
Proporção, não volume
Aqui a harmonização segue a mesma ordem do resto da clínica: primeiro se mede o que já está proporcional e não precisa ser tocado. O que se faz é o mínimo necessário para devolver equilíbrio — não o máximo possível para mudar o rosto.
- Especialista inscrita no CRODra. Gabriela Vitaliano, CRO-SP 167.663.
- O seu rosto como referênciaNunca um modelo, nunca um catálogo.
- Primeiro, o que não precisaA avaliação mede o que já está proporcional.
- Plano em duas colunasCom a lista do que foi descartado, e por quê.
Por que aqui é diferente
A mesma pergunta, aplicada ao rosto
O sorriso não termina no dente. Ele depende da relação entre dente, lábio, gengiva e proporção facial — e é por isso que harmonização e odontologia restauradora são, na prática, o mesmo trabalho visto de duas distâncias.
O que muda de clínica para clínica não é a técnica. É a pergunta que abre a consulta.
A referência de proporção aqui é o seu próprio rosto — nunca um modelo, nunca um catálogo.
Na prática isso significa que a avaliação começa pelo que não precisa ser feito, exatamente como no plano de tratamento odontológico. E que sair da consulta sabendo que nada é necessário é um resultado legítimo.
Quem executa
Especialista inscrita no Conselho
Dra. Gabriela Vitaliano
Cirurgiã-Dentista, especialista em Harmonização Orofacial, CRO-SP 167.663.
Harmonização orofacial é especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia, e só pode ser executada por cirurgião-dentista com o título inscrito no Conselho Regional. O número do registro está no rodapé de toda página.
Ela atua também em prótese e reabilitação oral e em dentística — o que significa que a leitura do rosto e a leitura do dente vêm da mesma pessoa.
O que entra na avaliação
O que se examina antes de qualquer proposta
Proporção facial
A relação entre os terços do rosto e a simetria que já existe. É o que define o que está equilibrado e o que não está.
O sorriso em função
Como lábio, gengiva e dente se relacionam quando você fala e sorri — não numa foto parada.
A origem do incômodo
Parte do que incomoda no rosto tem origem dentária: desgaste, perda de altura, mordida. Nesses casos, tratar o dente resolve mais que preencher a face.
Esse último ponto é o que mais muda o plano. Quando a queixa vem de perda de dimensão por desgaste dentário, a harmonização isolada trata o sintoma. É por isso que a avaliação aqui olha os dois — e por isso a ordem importa.
Perguntas
Antes de marcar
Harmonização orofacial é procedimento odontológico?
Sim. É especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia e só pode ser executada por cirurgião-dentista com o título inscrito no Conselho Regional. Aqui quem executa é a Dra. Gabriela Vitaliano, CRO-SP 167.663.
Vou ficar com o rosto diferente?
A referência de proporção aqui é o seu próprio rosto, não um modelo. O objetivo é devolver equilíbrio ao que já existe — e a avaliação começa medindo o que já está proporcional e não precisa ser tocado.
A avaliação é a mesma da odontologia?
O princípio é o mesmo: exame antes de proposta, e plano em duas colunas com o que precisa agora, o que pode esperar e o que foi descartado. Muda o que se examina — passa a incluir proporção facial, sorriso em função e a relação entre dentes, lábios e gengiva.
O resultado é permanente?
Depende do procedimento. Alguns têm duração de meses e exigem manutenção; outros são mais duradouros. A previsão de duração faz parte do plano, antes de qualquer decisão.
Quanto custa?
A publicidade odontológica no Brasil não pode divulgar preço — é a Lei 5.081/66 e o Código de Ética Odontológica. Os valores são informados na clínica, depois do exame e junto com o plano.
Comece por aqui
A avaliação diz o que é proporção e o que é desgaste
Você entende o plano em duas colunas — inclusive a lista do que foi descartado, e por quê.
Segunda a sexta, 9h às 18h. Alameda Araguaia, 933 — sala 64, Alphaville Industrial, Barueri.